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28 julho, 2026

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Filipe Magalhães VAMOS LIMPAR PORTUGAL ! De facto "limpam" tudo...

- Jerónimo Fernandes, médico, autarca do Chega na Assembleia Municipal do Porto, não devolveu nem diz o que fez a mais de 13 mil euros de donativos para apoiar refugiados ucranianos.
- A PSP de Braga detém Sérgio Júnior, deputado municipal do Chega em processo de tráfico de droga e posse de armas.
- Ernesto Peixoto Rodrigues, presidente do Sindicato Unificado da PSP, foi constituído arguido sob a suspeita de ter participado num esquema fraudulento que lesou o Estado em mais de 66 mil euros.
- Candidato do Chega recebeu 75 mil euros enquanto deputado por declarar residência em Angola quando vivia em Portugal.
- Candidato a deputado do Chega em Vila Real foi condenado em 2019 a 2 anos de prisão por burla ao SNS
- Candidato a deputado do Chega por Castelo Branco foi condenado em 2002 a 3 anos de prisão por roubar esmolas e assaltar casas.
- Pedro Alves, presidente da distrital do Chega de Aveiro, condenado em 2020 a um ano e seis meses de prisão por violência doméstica.
- Filipe Melo, deputado e presidente da distrital de Braga, condenado em abril de 2022 por dívidas ao Colégio João Paulo II. Após 8 meses sem as pagar, o tribunal ordenou a penhora do seu salário de deputado. Antes deste caso, o nome de Filipe Melo já surgia na lista pública de execuções por valores que ultrapassavam os 80 mil euros advindas de três processos independentes.
- Pedro Frazão, vice-presidente do Chega, condenado em fevereiro de 2022 pelo Tribunal de Cascais por difamação.
- Cristina Rodrigues, deputada eleita pelo Porto foi constituída arguida pelo Ministério Público, em Junho de 2022, e sujeita a termo de identidade e residência, por suspeitas de ter acedido indevidamente e eliminado dados.
- Eduardo Teixeira, deputado eleito por Viana do Castelo começou a ser a ser investigado pelo Ministério Público em dois processos de falsificação de presenças.
- RIcardo Regalla, deputado eleito por Lisboa, surge na lista pública de execuções com uma dívida de quase 15 mil euros, processada no Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa Oeste.
- Pedro Calheiros, candidato do Chega à Câmara Municipal de Viseu, agrediu em julho de 2021 um homossexual.
- João Maria Bravo, dono do Grupo Sodarca. Lidera o fornecimento de armas, munições, tecnologia e equipamento militar ao Estado, forças Aramadas e Segurança. Financiador e apoiante do Chega.
- Paulo Corte-Real Mirpuri, empresário que liderou a Air Luxor (que acabou sufocada em dívidas, tendo os bens desaparecido misteriosamente). Financiador e apoiante do Chega.
- Jorge Ortigão Costa, empresário e produtor agricola, amante de touradas (coudelaria com o mesmo nome), cujo nome consta no Panama Papers. Financiador e apoiante do Chega.
- Francisco Cruz Martins, advogado, padrinho de casamento de Ventura, também citado no Panama Papers, administrador de imobiliárias pertencentes à Breteuil Strategies (sediada no Chipre, reconhecido paraíso fiscal). Financiador e apoiante do Chega.
- César do Paço, empresário, ex-consul honorário de Portugal na Florida, dono da multinacional Sumit Nutritionals, fanático da Defesa. Acusado de roubo. Financiador e apoiante do Chega.
- Fernando Jorge Serra Rodrigues, empresário Textil (sofás) e divulgador de propaganda nas redes sociais. É o autor da saudação Nazi no jantar de apoio a André Ventura no Porto. Financiador do Chega.
- Luís Filipe Graça, sócio na mediadora Elegantalfabeto. Foi angariador imobiliário no segmento premium. Ex-dirigente do PNR e do Movimento de Oposição Nacional, embrião dos neonazis da Nova Ordem Social, tendo aparecido em vídeos com skinheads em protestos.
- António Tanger Correia, ex-diplomata, Actual deputado europeu. Foi suspenso de várias funções devido a irregularidades na gestão da embaixada em Vilnius: lesou o Estado em 348.270€ em IVA mais 411.181€/ano em despesas pessoais.
- Paulo Lalanda de Castro, empresário. Referenciado nos Panama Papers, Operação Marquês e nos Vistos Gold. Acusado de corrupção no processo Máfia.

Jose Antonio Gomes 

Tudo na limpeza
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