Quase dois meses volvidos sobre o início da invasão russa da Ucrânia – iniciada a 24 de fevereiro – o chefe de Estado ucraniano discursa na quinta-feira na Assembleia da República, depois de já se ter dirigido aos deputados de vários países tais como o Japão, os Estados Unidos, o Reino Unido, a França ou a Austrália.
Paula Santos, líder parlamentar do PCP, anunciou esta tarde que o partido não vai marcar presença "numa sessão concebida para dar palco à instigação da escalada da guerra, com a participação de alguém que personifica o poder xenófobo e belicista".
Para o partido, a intervenção de Zelensky "não é um contributo à paz, há sempre um apelo à intervenção e participação da NATO na guerra, há sempre uma lógica do confronto para continuar uma sessão de guerra e não para encontrar uma solução pacífica para a paz".