O cravo verde parece uma flor estranha para se escolher como símbolo, mas o homem que a popularizou era considerado bastante estranho também.
O escritor irlandês Oscar Wilde, conhecido por seus interesses românticos por homens, usou cravos verdes para criar um rebuliço na abertura de sua peça de 1892, "O leque de lady Windermere".
Wilde pediu aos atores e alguns de seus fãs que usassem as flores, mas não explicou o motivo.
A história sugere que ele levou essa tendência de Paris, onde havia rumores de que os cravos verdes eram um sinal de afiliação entre os gays.
(Não é crime ser gay)
Mas a ignorância, essa sim, é penosa!