A guerra desencadeada por Putin na Ucrânia veio pôr em evidência um líder religioso não apenas apoiante e legitimador da invasão, mas a justificá-la como uma guerra contra o Ocidente, "contra as forças do mal", "um combate que não tem um significado físico, mas metafísico", como referiu em homilias e discursos já depois de iniciada a invasão. Neste momento, o Patriarca de Moscovo e a Igreja Ortodoxa Russa parecem estar cada vez mais isolados, a ponto de largos setores da ortodoxia terem deixado de evocar o nome de Cirilo nas orações litúrgicas e, em alguns casos, começarem mesmo a colocar sobre a mesa o tema da sua destituição.
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31 março, 2022
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