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30 março, 2022

O LIVRE de volta ao Parlamento!




 LIVRE regressa à Assembleia da República, desta vez para ficar.

A primeira sessão do novo parlamento começou perto das 10h para constituição da Comissão Eventual de Verificação de Poderes dos Deputados Eleitos, que está neste momento a verificar e a registar todos os Deputados e Deputadas.
A Assembleia da República ainda está com bastantes restrições pandémicas, pelo que a assistência está limitada a 70 pessoas por ordem de chegada.

Da parte da tarde a sessão retoma para a eleição do Presidente da Assembleia da República e da Mesa da Assembleia, por voto secreto.

Neste ponto o nosso Deputado, Rui Tavares, usará um critério de probidade democrática nas votações, votando contra o candidato da extrema-direita, mas aceitando votar a favor de candidatos de outros campos ideológicos que não sejam anti-democráticos.

Este regresso do LIVRE ao Parlamento, que todos construímos em conjunto e com sucesso, tem o objetivo de trazer as ideias da esquerda verde europeia para a casa da Democracia portuguesa, não como um fim em si, mas porque todos acreditamos que isso terá um impacto visível, substancial e positivo na vida das pessoas.

O trabalho começa agora e teremos de o fazer de forma empenhada e consequente com aquilo que defendemos no nosso programa e campanha eleitoral.

A primeira proposta do LIVRE no novo Parlamento será a da criação de um programa para a renovação dos edifícios e seu isolamento, refrigeração e aquecimento sustentáveis a que chamaremos Programa 3C - Casa, Conforto e Clima, com financiamento ancorado nos 1500 milhões de euros suplementares que Portugal vai receber da "parte dinâmica" do PRR e os 10% remanescentes em créditos fiscais.
Apresentamos hoje também uma proposta para instar as autoridades portuguesas a participarem do esforço internacional de investigação, acusação, condenação e punição dos crimes de guerra atualmente a serem cometidos na Ucrânia, o que teria como efeito político forçar os partidos e as instituições a saírem de uma condenação meramente retórica destes crimes e a tomar ações à luz do direito internacional para que eles não fiquem impunes.